
O “Sal da Terra” do governo Lula?
Decreto lança Programa Terra da Gente para dinamizar a questão fundiária no Brasil. No entanto, os desafios de desapropriação e fomento à produção familiar precisarão superar questões orçamentárias.

Decreto lança Programa Terra da Gente para dinamizar a questão fundiária no Brasil. No entanto, os desafios de desapropriação e fomento à produção familiar precisarão superar questões orçamentárias.

Medida para reduzir contas de luz podem ter resultado a curto prazo, mas gerar pressão pro futuro; e também provoca debate sobre subsídios a renováveis.

Choque entre passado e futuro na Amazônia. De um lado, bioeconomia, restauração e concessões. De outro, expansão rodoviária e exploração de petróleo e gás.

Série em 3 partes faz um diagnóstico dos planos e programas que importam aos estados amazônicos e relaciona com as metas de política climática do Brasil.

Brasil seguirá explorando petróleo e a justificativa é a transição energética. Enquanto isso, agricultores renegociam dívidas por prejuízos de eventos climáticos extremos.

À medida que o tempo passa, a urgência de os países apresentarem seus pacotes de compromisso climático – dentre os quais, as NDCs – só aumenta. Muito se espera do Brasil, que precisará superar a cultura de “brincar” com o tempo.

Em contexto de preparação à COP-30, Macron visita Lula, Belém e empresariado brasileiro, e pauta climática assume o centro das relações diplomáticas brasileiras, mais uma vez.

Duas novas Unidades de Conservação foram criadas. O placar de novas UCs sobe para quatro. Mas o ritmo segue aquém do esperado de Lula 3.

Países têm menos de 1 ano para apresentar novas NDCs. EUA afirmam que o farão ainda em 2024. O Brasil vai ficar assistindo ou liderar o caminho?

MME anuncia Plano Decenal de Mapeamento Geológico Básico e Conselho Nacional de Política Mineral.

Diferentes grupos de trabalho e câmaras técnicas são criadas pelo Executivo; no Legislativo, a Câmara elege novos presidentes de comissões.

A falta de uma política transparente coloca em dúvida a capacidade do país de explorar minerais críticos de forma sustentável e eficiente.

Enquanto se discute sobre financiamento e governança, as pessoas sentem com cada vez mais frequência os efeitos de um clima mais instável.

Congresso e STF voltam oficialmente às atividades e têm pautas importantes pela frente. No Executivo, o mês do Carnaval foi morno, com muitos atos ainda relativos à “arrumação de casa”.

Parcerias de investimento permitem ao poder público se concentrar em funções indelegáveis e fomentar economia verde; ao empresariado, uma grande oportunidade de investir em sustentabilidade.
Coordenação editorial: Liuca Yonaha