
Perspectivas para o novo diálogo da COP30 sobre fluxos financeiros globais
Uma análise sobre o Diálogo Veredas sobre o Artigo 2.1c e sua relação com o Artigo 9 do Acordo de Paris.

Uma análise sobre o Diálogo Veredas sobre o Artigo 2.1c e sua relação com o Artigo 9 do Acordo de Paris.

Talanoa divulga análise anual dos gastos federais autorizados e reforça a necessidade de maior clareza para medir o impacto climático das ações financiadas.

Dos rumos do multilateralismo à implementação do Plano Clima, o que vai moldar as políticas climáticas no mundo e no Brasil.

Tensão geopolítica domina tendências para o ano; risco climático segue como preocupação no longo prazo.

No longo prazo, porém, preocupação com temas ligados à mudança do clima se mantém em alta, mostra relatório Riscos Globais 2026.

Mais de um mês após aprovação no CIM, planos setoriais de mitigação e adaptação ainda não foram publicados.

Até novembro, foram R$ 10,4 bilhões em operações aprovadas no principal fundo climático do país.

A temperatura média global ficou 1,47°C acima da média de 1990 a 2020.

Teve COP no Brasil, com adaptação como prioridade, mas retrocessos históricos promovidos pelo Congresso.

Movimentado como se esperava, e com avanços em diplomacia e política interna, reta final do ano brasileiro indica que 2026 precisará “começar antes do Carnaval”.

O conjunto das estratégias nacionais de mitigação e adaptação e seus respectivos planos setoriais representam a espinha dorsal da política climática brasileira.

A maior metrópole brasileira registra apagões cada vez mais frequentes, que superam transtornos e causam prejuízos bilionários; mas ainda não alcançam às políticas locais.

Avanços na COP30 e retrocessos inéditos, como o que implodiu o licenciamento ambiental brasileiro, marcam um 2025 que não encontra precedentes.
Coordenação editorial: Liuca Yonaha