
6 temas e momentos que vão pautar a agenda climática em 2026
Dos rumos do multilateralismo à implementação do Plano Clima, o que vai moldar as políticas climáticas no mundo e no Brasil.

Dos rumos do multilateralismo à implementação do Plano Clima, o que vai moldar as políticas climáticas no mundo e no Brasil.

Tensão geopolítica domina tendências para o ano; risco climático segue como preocupação no longo prazo.

No longo prazo, porém, preocupação com temas ligados à mudança do clima se mantém em alta, mostra relatório Riscos Globais 2026.

Mais de um mês após aprovação no CIM, planos setoriais de mitigação e adaptação ainda não foram publicados.

Até novembro, foram R$ 10,4 bilhões em operações aprovadas no principal fundo climático do país.

A temperatura média global ficou 1,47°C acima da média de 1990 a 2020.

Movimentado como se esperava, e com avanços em diplomacia e política interna, reta final do ano brasileiro indica que 2026 precisará “começar antes do Carnaval”.

O conjunto das estratégias nacionais de mitigação e adaptação e seus respectivos planos setoriais representam a espinha dorsal da política climática brasileira.

A maior metrópole brasileira registra apagões cada vez mais frequentes, que superam transtornos e causam prejuízos bilionários; mas ainda não alcançam às políticas locais.

Avanços na COP30 e retrocessos inéditos, como o que implodiu o licenciamento ambiental brasileiro, marcam um 2025 que não encontra precedentes.

A retrospectiva do Tá Lá no Gráfico mostra como a mudança do clima impactou territórios, influenciou políticas e pautou discussões nacionais e globais.

Item que dividiu reações de esperança e frustração na COP30 tem primeiro sinal positivo na política climática doméstica.

Porção mais influente do agronegócio no Congresso (e fora dele) se movimenta para brecar pautas essenciais ao clima – ao mesmo tempo em que ofusca o agro legal.

Como os blocos de países se posicionaram e moldaram os rumos das negociações sobre adaptação e o mapa para abandono dos fósseis.

Na capital do Irã, presidente fala em evacuação por falta de água; no Brasil, sistema que abastece a maior região metropolitana está com 21% do volume útil acumulado.
Coordenação editorial: Liuca Yonaha