
Intenso e tenso, pra além da conta
Movimentado como se esperava, e com avanços em diplomacia e política interna, reta final do ano brasileiro indica que 2026 precisará “começar antes do Carnaval”.

Movimentado como se esperava, e com avanços em diplomacia e política interna, reta final do ano brasileiro indica que 2026 precisará “começar antes do Carnaval”.

O conjunto das estratégias nacionais de mitigação e adaptação e seus respectivos planos setoriais representam a espinha dorsal da política climática brasileira.

A maior metrópole brasileira registra apagões cada vez mais frequentes, que superam transtornos e causam prejuízos bilionários; mas ainda não alcançam às políticas locais.

Avanços na COP30 e retrocessos inéditos, como o que implodiu o licenciamento ambiental brasileiro, marcam um 2025 que não encontra precedentes.

A retrospectiva do Tá Lá no Gráfico mostra como a mudança do clima impactou territórios, influenciou políticas e pautou discussões nacionais e globais.

Item que dividiu reações de esperança e frustração na COP30 tem primeiro sinal positivo na política climática doméstica.

Porção mais influente do agronegócio no Congresso (e fora dele) se movimenta para brecar pautas essenciais ao clima – ao mesmo tempo em que ofusca o agro legal.

Como os blocos de países se posicionaram e moldaram os rumos das negociações sobre adaptação e o mapa para abandono dos fósseis.

Na capital do Irã, presidente fala em evacuação por falta de água; no Brasil, sistema que abastece a maior região metropolitana está com 21% do volume útil acumulado.
Oitava edição do boletim da força-tarefa que coloca a adaptação climática como prioridade para a COP30, desde a América Latina e o Caribe.

Mal encerramos a Conferência do Clima e o Congresso já voltou com tudo para manter toda a força destrutiva da Lei Geral de Licenciamento Ambiental.

Recomendações para o 15º Plano Quinquenal revelam como o país pretende liderar a economia pós-fóssil por meio de política industrial, autonomia estratégica e geopolítica climática.

Plano do governo britânico é um marco para transição energética justa do país e um forte sinal no cenário global.

Confira os compromissos financeiros anunciados em Belém e um panorama dos principais instrumentos multilaterais climáticos para apoiar países em desenvolvimento.

Ausência de um Mapa do Caminho para eliminar os combustíveis fósseis frustra países, apesar de progressos inéditos, como a adoção de indicadores do GGA.
Coordenação editorial: Liuca Yonaha