Começamos 2025 com a constatação de que havíamos vivido em 2024 o ano mais quente já registrado na história, aproximando-nos perigosamente de um aquecimento global acima do limite de 1,5°C em relação à era pré-industrial. E 2025 deve ser o segundo ano mais quente. Os impactos da mudança do clima seguiram se confirmando ao longo do ano nos diferentes setores e aspectos de nossas vidas, incluindo da folia carnavalesca sob calor quase insuportável a seca, tornados e ciclones.
E os sabotadores da jornada para uma sociedade mais protegida das intempéries, menos desigual e mais justa não descansaram. Seguiram agindo para devastar florestas e leis e avançar em novas frentes para se agarrar ao mundo que fica para trás.
Mas no ano da COP no Brasil, na Amazônia, ficou evidente a urgência de se traçar e trilhar os caminhos para combater o que causa o aumento da temperatura do planeta e para nos adaptar a esse novo ambiente mais quente e mais instável. As soluções para mitigar as emissões de gases de efeito estufa e aumentar a resiliência de comunidades, ecossistemas e economias existem. E se entrelaçam.
O último Tá Lá no Gráfico de 2025 relembra alguns gráficos de destaque entre as 45 narrativas visuais publicadas pela Política por Inteiro ao longo deste ano.
















