
Bioeconomia: Brasil ganha seu primeiro plano e leva desafio ao G20?
Brasil deve defender um conceito de bioeconomia em que a promoção da biodiversidade e dos conhecimentos tradicionais pesem mais do que a lógica de produção exploratória dos recursos

Brasil deve defender um conceito de bioeconomia em que a promoção da biodiversidade e dos conhecimentos tradicionais pesem mais do que a lógica de produção exploratória dos recursos

Autorizações de gastos no Orçamento federal para responder à calamidade no RS já ultrapassam R$ 39 bilhões.

Sem avanços em Bonn, consenso sobre meta quantificada de financiamento climático segue incerto para Baku.

Incêndios recordes e fora do período normal no Pantanal; prenúncio de estiagem severa na Amazônia; MMA cria instala sala de crise.

Texto precisa ser analisado pelo CIM, que avaliará melhor estratégia para atualização da Lei da Política Nacional sobre Mudança do Clima.

Adaptação e resiliência são palavras de ordem, mas torná-las ações requer coordenação e cooperação entre entes federativos e setores.

Do CIM a UCs, o que rolou no pacotão da Semana do Meio Ambiente.

Na semana em que a Talanoa lançou sua IA, a NOA, governo e sociedade levam inteligência a debates sobre o novo Plano Clima.

Chatbot conversa sobre política climática brasileira com base em mais de 250 documentos produzidos para equipe da Talanoa.

Na semana do Dia Mundial da Biodiversidade, um lembrete: muitas medidas de adaptação climática são pura infraestrutura da Natureza.

Por que, mesmo com um extenso cardápio de possibilidades – de parques a telhados verdes –, essas soluções não proliferam?

A resposta à emergência climática requer repensar não apenas cidades, infraestruturas, mas também o modo de fazer política pública no Brasil.

O Brasil se pergunta o que pode fazer para evitar os piores cenários e estar preparado para responder às catástrofes.

O mês fechou com tempestades devastando o Sul, que sinalizam, pela enésima vez, que emergência climática não é força de expressão.

População gaúcha corre para salvar vidas e conter danos, enquanto políticos seguem rezando a cartilha do mais-do-mesmo.
Coordenação editorial: Liuca Yonaha