Brasil na OCDE: Desafios Oportunidades Políticas

Perspectivas para florestas e mudanças climáticas

Sobre o evento

O evento é uma parceria entre o Instituto Talanoa, o Centro de Estudos do Comércio Global e Investimentos da Fundação Getúlio Vargas e o Instituto de Estudos Avançados da Universidade de São Paulo.

Trata-se de oportunidades de discutirmos o processo de adesão do Brasil na OCDE, com particular ênfase nos desafios e oportunidades que o país enfrenta. O evento contará com a apresentação de nosso novo relatório de ganhos de eficiência e com a divulgação dos resultados de estudo sobre padrões verdes no comércio internacional, no âmbito do CCGI-USP.

Assista o evento completo

Programação

  • Abertura com Natalie Unterstell (Instituto Talanoa) e prof. dr. Alberto Pfeifer (IEA-USP)
  • Embaixador Carlos Marcio Cozendey, delegado do Brasil junto à OCDE em Paris
  • Declarações do embaixador da Noruega no Brasil, Odd Magne Ruud
  • Mesa de Análises com profa. dra. Vera Thorstensen (CCGI-FGV) e Karina Bugarin (Instituto Talanoa)
  • Encerramento: Natalie Unterstell e prof. dr. Alberto Pfeifer

O que é a OCDE?

A OCDE é um grupo, atualmente com 38 países, entre eles Estados Unidos, Reino Unido, Alemanha e Japão, que tem como objetivo “construir políticas melhores para vidas melhores”, segundo a descrição da entidade. A OCDE se dedica à pesquisa e a estudos para melhorar políticas públicas em várias áreas – como economia, tecnologia, educação, meio ambiente e comércio –, além de proporcionar a troca de experiências entre os países membros e parceiros-chaves, como o Brasil.

O último país a ingressar na organização foi a Costa Rica, que foi formalmente convidada a participar do grupo em maio de 2020 e teve a adesão concretizada em maio de 2021. Em janeiro de 2022, o Brasil, e mais cinco países, foram convidados a fazer parte da OCDE, contudo há um caminho a ser trilhado, com metas pré estabelecidas a serem atingidas para que o país seja aceito pela entidade.

O projeto Política Por Inteiro é uma iniciativa do Instituto Talanoa. Nasceu em 2019 para realizar o acompanhamento em tempo real dos sinais políticos (policy signals) de mudanças relevantes anunciadas (riscos) ou realizadas (atos) pelo Executivo Federal, bem como seus efeitos. Queremos transmitir tendências e construir cenários, para que se tornem um bem público. Adiante, isso deve ser transformado em análise técnica, para que os riscos sejam materializados e geridos.

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